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7.12.2012

Quero o amor que mata



O silêncio inicial de Petite Mort é perturbador. O mesmo frio na barriga que antecede o sexo. Testosterona enche o ar, seis homens e seus pontiagudos floretes cortam furiosamente o vazio e enchem-no de som. Mozart surge com seu Piano Concerto. Tensão, tesão. Seis bailarinas começam a corte. Magia, pas de deux, violência, sexualidade, perigo, ternura, todas as cores e nuances dos sentimentos ecoam no tablado. Roxo. Morre aos poucos quem vive. Porém, morrem rápido e voltam à vida aos poucos aqueles que gozam.

   

Petite Mort é uma peça coreografada pelo grande mestre Jiří Kylián em 1991 para a celebração em Salzburg do centenário da morte de Mozart.

5.07.2012

O mesmo eu


I make the same mistakes, feels like I never learn, always give way too much for little in return. I haven’t changed a bit, I’m still not over it, I make the same mistakes.

6.03.2011

A song from when I was a better me...


Fragile
Like a baby in your arms
Be gentle with me
I'd never willingly
Do you harm

Apologies
Are all you seem to get from me
But just like a child
You make me smile
When you care for me
And you know

It's a question of lust
It's a question of trust
It's a question of not letting
What we've built up
Crumble to dust
It is all of these things and more
That keep us together

Independence
Is still important for us though (we realise)
It's easy to make
The stupid mistake
Of letting go (do you know what I mean)

My weaknesses
You know each and every one (it frightens me)
But I need to drink
More than you seem to think
Before I'm anyone's
And you know

It's a question of lust
It's a question of trust
It's a question of not letting
What we've built up
Crumble to dust
It is all of these things and more
That keep us together

Kiss me goodbye
When I'm on my own
But you know that I'd
Rather be home

It's a question of lust

5.20.2010

A partida

Fins são duros, sejam eles quais forem, mas não existe fim pior do que aquele de algo que nunca conseguiu existir. Qualquer um pode inventar um início, mas finais são impossíveis. Para terminar algo primeiro tem-se que amarrar todas as pontas soltas, desatar os nós, velar as intenções perdidas, liberar todas as vontades truncadas, coisas as quais nunca conseguimos. Pois, alguém sempre vai reclamar e não concordar. Sempre haverão buracos e já que é o final, ele – o fim – deveria significar pelo menos alguma coisa. Paraíso, inferno, ou mais do mesmo. Paz ou liberdade, nunca ambas. No fim, cada fibra sua quer arrefecer, cada parte viva quer morrer ou achar um meio de recomeçar tudo de novo. Novo. Porém, acabamos por não fazer nada e fica na boca o gosto amargo do todo, tudo sentido, tudo vivido, tudo sofrido. E, o tudo foi para o quê? Nunca é fácil responder. Porém, eu digo que para mim o fim é um teste e que no final – seja ele qual for – acabamos sempre por acertar. Não existe culpado, apenas a certeza que fizemos nossas próprias escolhas. Escolhemos o fim, mas não era afinal está a intenção? Nascer-morrer. Sem sombra de dúvidas finais são difíceis, mas no fundo nada realmente acaba. Recomeça diferente para depois findar.

1.17.2010

Amigos, cervejas e risadas

Amigos, conversas e risadas. O encontro com Ivana e Bruno pelas ruas de Perdizes fez bem, fez coisas. Rendeu cervejas e confissões. Rendeu vontades...

9.30.2009

Mitt liv i Sverige


Neste exato momento meu avião deixa Estocolmo e ruma para São Paulo. Meu coração já é pequeno e minha saudade enorme... Minha vida é um belo desastre e sou feliz por causa disto.

Credits: Thanks good friends and artists that shared their work, time and love to this. Especially Fredrik Wahlström, good friend and amazing photographer.

5.10.2009

Poker Face



Sempre fui transparente, não consigo fazer joguinhos, nem caras, muito menos bocas. Não carrego cartas na manga e não sou uma caixinha de surpresas. Sou previsível, comum e mediano. Minha constância e transparência serão meu maior defeito? O mundo você não gosta de minhas certezas. Para ter em casa Poker Face da Lady GaGa clique aqui!

3.24.2009

Hellooo! Icelanders are not terrorists



No dia 17 de março, um dos membros do grupo islandês Sigur Rós e sua esposa - Orri, o membro, e Lukka, a esposa - conjuntamente com o indefense advocacy group, entregaram ao parlamento britânico uma petição de 83.000 assinaturas como forma de protesto ao encontro das autoridades britânicas que invocam uma lei anti-terrorista contra a Islândia. No último outubro, o primeiro ministro Gordon Brown requisitou a lei para congelar recursos financeiros islandêses no Reino Unido. Em meio a crise mundial a população, a Björk e o governo daquele país (que é assim ó com a Björk e deu até uma ilha para ela) chamaram a atitude de um golpe sujo contra a enfraquecida economia islandêsa. Em uma cerimónia especial em Westminster, Orri e Lukka marcharam para o parlamento vestindo trajes tradicionais acompanhados por um grupo de ingleses e islandêses. A intenção é aumentar a consciência entre o público britânico sobre a real natureza da lei anti-terrorista que será usada de maneira errada e injusta em busca de atender interesses meramente financeiros. Assine a petição aqui e ajude na campanha. Agora, diz pra mim querido leitor amigo se Bin Laden com Björk não dá samba. Ah, isto dá sim. Este post é um oferecimento de Slacker Time, porque eu sei procrastinar sim senhor! Para relaxar assistam o vídeo abaixo da música við spilum endalaust gravado novembro passado em Paris. Appréciez-le. 


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