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12.20.2010

Derezzed



Hoje é dia de levar os sobrinhos para assistir Tron Legacy 3D. Virou tradição de natal, ano passado Avatar e este ano Tron. Eu os levo ao cinema, compro todos as guloseímas que quiserem e voltamos todos para casa com o estômago doendo de tanto comer tranqueira e dor de cabeça por causa dos óculos 3D. Delightful. Tudo pela família e tradição.

6.02.2010

Clark é quente

Ao levantar, em um canto pequeno do meu ego, algo gritou “Picasso”. Seguindo suas palavras coloquei as mãos dentro da cabeça e tentei – com muito esforço – arrancar meu cérebro e todo qualquer pensamento racional que me afasta dos medianos. Queria clarear qualquer resto de massa cinzenta e ir viver entre eles. Pensar o sentir é um peso que não quero mais. Queria arrancar os miolos e viver apenas com os olhos. Ser moldura neste espaço pictórico que é a vida, me confundir com cores, invadir o outro. Ser moldura e tela, ser obra por completo. Sua obra, meu mundo. Hoje, sou a linha orgânica de Lygia Clark, não sou a pintura fechada nela mesma, sou aquilo que se expande separando o espaço, se reunindo nele e se sustentando como um todo. Hoje levantei sozinho e ainda pairam sobre o cérebro-intacto – aquele não arrancado – palavras vazias. Porém, diferente do ontem, estou expandido e sou mais. Eu sou quente. Na tevê, SARABAND. Nostalgia. Na minha cabeça, o nada. Sou nada e, ao mesmo tempo, muito. Sou para poucos.

11.23.2009

What's for dinner?

Sou mais um entre muitos que amaram o filme Julie & Julia. Como a maioria da audiência, terminei o filme com fome. Faminto mais pelas aventuras na cozinha do que pela comida em sí.



A cozinha sempre foi o lugar mais animado na minha família, cresci cercado de grandes cozinheiras e cozinheiros. Por conta disto tenho uma memória gustativa vasta e costumo lembrar lugares por suas comidas maravilhosas que por ventura provei por lá. Porém, isto é história para outro post. Este aqui é para passar a receita do melhor frango assado do mundo que já comi na minha vida. Desculpa mãe, o da senhora é ótimo, mas este é de comer de joelhos. Não acredita querido leitor amigo? Então, tenta fazer a receita em casa. La garantia soy yo e Julia Child. A receita é bem simples e fácil de fazer.

Então vamos colocar as mãos na massa, digo, no frango. Escolha um frango de bom tamanho, pois garanto que só vai sobrar os ossos. Eu optei por um frango refrigerado, que é mais fresco, e que foi alimentado com milho e não ração. A diferença é gritante no sabor da carne. Ela é mais suculenta e saborosa.

Os ingredientes para temperar são:

* 3 limões sicilianos;

* Sal e pimenta do reino ao seu gosto, eu usei a pimenta moída na hora e flor de sal;

* 3 ramos pequenos de alecrim fresco e tomilho, também fresco, a vontade;

* 4 dentes de alho amaçados com a lateral da faca, não precisa tirar as cascas;

* 2 dentes de alhos picados ou amassados, naturalmente os dentes de alho neste caso estão sem a casca; e

* bom azeite de oliva.

Em uma tigela esprema os limões e não jogue as casca, coloque-as junto com os outros temperos. Não se preocupe com as sementes do limão, elas são separadas facilmente depois.


Adicione o frango e massagei o tempero nele todo. Depois de espalhar os temperos, recheio o penoso frango com eles e utilize um bartante para amarrar as pernas. Irá sobrar na tigela, apenas o caldo. Agora, fica fácil separar as sementes. Deixe o frango descansar com o peito no caldo e de vez em quando volte a massager todo ele. Eu recomendo colocar o frango, juntamente com o caldo, em um saco plástico e deixar marinar de um dia para o outro na geladeira, sem deixar de massagear a carne vez ou outra. O sabor dos temperos ficam mais pronunciados. Com o frango temperado, o próximo passo é fazer uma cama de cebolas fatiadas para assá-lo.


Deixei assar por 1 hora e 15 minutos em um forno com a temperatura de 200 graus celsius, se não tiver um forno com circulação de ar quente aumente a temperatura para 230 graus. Depois de pronto, destrinchar a ave ao seu gosto e servir com o seu acompanhamento preferido. Eu segui a dica da Julia e coloquei os pedaços do frango em uma cama de baby espinafre regados com molho feito com o suco do assado.


Para fazer o molho é muito simples, utilize o caldo e as cebolas assadas como frango. Passe tudo o que sobrou na assadeira por um coador, adicione uma colher de oléo de amêndoa ou avelã, ou se não tiver nenhum destes óleos coloque um pouco mais de azeite. Adicione mais sal caso seja necessário e os pedaços de frango desfiados que sobraram na carcaça da ave. Misture tudo e tempere o espinafre. Aproveitem e bon appétit!

PS: agora meu próximo desafio, será fazer beouf à la bourguignonne. Wish me luck!

8.21.2009

December 18th


AVATAR
Clique aqui para ver o trailer.
Contando os dias para a estréia em dezembro.

7.01.2009

Who watches the Watchmen?

[spoiler warning] O sucesso de Moore & Gibbons comigo foi preservado em película. Toda a simbologia e complexidade dos personagens dos quadrinhos foram mantidas pelo filme. Foi a mais grata surpresa. Infelizmente perdi a chance de ver a obra nas grandes telas e tive que me contentar com o DVD. Neste caso, tamanho é documento, mas não roubou o brilho ou causou decepção. Pelo contrário, pude rever cenas, analisar quadro-a-quadro, parar para refletir e voltar a deliciar-me com a estória. Tiro o chapéu para a direção de Zack Snyder e para a grandiosa adaptação de Hayter & Tse desta obra-prima. Fiquei satisfeito ao ver o meu personagem predileto, Rorschach, tão bem representado. Sobrou apenas uma pergunta, por que dei fim na minha coleção de quadrinhos?

6.30.2009

Shitting in the pants


[spoiler warning] Ok, estória antiga e previsível por conta disto. Porém, não menos assustadora a experiência de assistir The Haunting In Connecticut. Pulei durante o filme todo, principalmente nas cenas com espelhos. Sou daqueles que quer fechar os olhos e não consegue porque tem que ver até o fim, em suma, um masoquista de primeira. Quer dar pulos de medo querido leitor amigo, alugue o DVD, aperte os cintos e grite a vontade.

6.05.2009

Shup up and bleed...

[spoiler warning] Acabei de assistir The Spirit e para minha tristeza o filme foi o meu maior desapontamento em filmes até hoje. Nem a minha amada Scarlett Johansson, como a incrível Silken Floss, salvou a obra. Eu esperava pouco do Gabriel Macht como Denny Colt aka The Spirit e Samuel L. Jackson está caricato demais como Octopus. Os efeitos são bárbaros, mas todos já experimentados e visto em Sin City. Eu sempre tive uma queda por Lorelei Rox, mesmo sendo um personagem pequeno, mas com uma grande presença. Talvez a sua pequena presença na série em quadrinhos tenha sido a maior das propagandas, pois manter um personagem tão denso como está sereia iria ser uma luta em cada nova publicação. Sinto em dizer que esperava o prometido pelos quadrinhos, Action Mistery Adventure, mas acabou com mesmices e clichés. Ai ai...

4.25.2009

9

A minha nova grande espera nas telonas, para ver o curta metragem que deu origem ao filme clique aqui.

2.27.2009

Foi comprar iorgurte?

[spoiler warning] Como já foi dito por muitos antes de mim, hoje, nunca se sabe com segurança o que se vai ver nos filmes, tal a discrepância entre o marketing e o produto. Sim, estamos órfãos de posturas éticas no dia-a-dia, então, imaginem queridos leitores amigos na indústria cultural. Me sinto duplamente órfão, inseguro. Onde está SuperKantMan com seu bração forte para me nos proteger? No meio deste turbilhão todo que segue minha vida – viagem para Estocolmo, qualificação, entrega do apartamento, malas cheias e outras partes minhas vazias – eu descobri que ganhei uma aposta e com ela vem a maldição do “sorte no jogo, azar no amor”. Abre parênteses - Oh! Boneco de Olinda prove o contrário - fecha parênteses. Por conta disto, vou lhes contar sobre um pequeno grande filme francês chamado Le Mari De La Coiffeuse, ou para os corinthianos, O Marido da Cabeleireira.
O filme, singelíssimo, como são costumeiramente os franceses, intimista, humano, amoroso, conta de um menino que, apaixonado pela peitchola da cabeleireira, nos seus dozes anos de vida, decidiu que queria ser, quando adulto, marido de uma. Não tecnólogo como eu, engenheiro, médico, militar, delegado como um grande amigo solto no mundo e bêbado por letras, mas marido de uma cabeleireira. Encontra sua musa em Mathilde com toda sua atração de fêmea de verdade, nada daquelas coisas esticadas e envernizadas que o cinema americano produz aos quilos de silicones. Casam-se e vivem um para o outro, segundo o cartaz aqui no Brasil, “encastelados no salão Isidore, reino de sua deusa”. Até que, um dia qualquer, chove torrencialmente - igualzinho como os dias de chuva em São Paulo ultimamente -, ela se aproxima do marido, tira a calcinha, com certeza perfumada, e empoleira-se no colo de seu amado. Então, após o gozo, como que um véu de tristeza tolda-lhe o rosto e ela sai para a chuva para “comprar iogurte”. Mathilde não volta mais, joga-se nas águas turbulentas do rio e morre como Amélia que era mulher de verdade Ofélia. Mas deixara uma carta onde explicava ao pobre amado que ia embora “antes que você vá”; “antes de me sentir infeliz”; “antes que você deixe de me desejar”; “para que você nunca me esqueça”, eu (ela), “que sempre amei você e só amei você” (ele).
Na carta, Mathilde diz também que vai embora “levando a lembrança dos mais belos dias de minha vida, aqueles que você me deu”. Pare de virar os olhos, eu sei que estraguei o filme. Agora, diga a verdade querido leitor você iria pegar na sua Blockbuster ou 100%video um filme chamado O Marido da Cabeleireira. Não, não iria não cara pálida! Então, salvei sua vida e lhe iluminei com uma linda história de amor “muderna”. Agora basta! Vou voltar para a Ecologia Industrial e tentar sobreviver a minha banca de qualificação do doutorado no dia 25 de março. 
Para vocês fiéis e queridos leitores amigos um presentinho porque sou pessoa dada a fazer agrados. Só clicar aqui e ouvir Os Matadores com For Reasons Unknown. "Boraê" ouvir e cantar junto. Oooh waooooooo waooooooo! Agora, se você for curioso e querer saber qual é a música deles que eu escuto nesses últimos dias sem parar é esta outra aqui. Preste a atenção no estranho começo, eu tremo por dentro. 

2.11.2009

Pasta al mare gasto, un film e una storia passata

loveactually

Para aqueles mais intimistas clique aqui para baixar a versão em piano de Glasgow Love Theme. Agora, se você querido leitor amigo for mais ousado, então toma aí a versão do Primeiro Ministro com direito a orquestra, pompa e circustância.  O link para baixar está aqui. Eu sei, eu sei. ¡No estoy curado! Porém, ainda não estou bebendo. 

2.10.2009

I've never been to Venice, nor Paris

"... it's no easy being in a relationship, much less to truly know the other one and accept them as they are, with all their flaws and baggage. You confessed to me your fear of being rejected if I trully knew you, if you showed yourself totally bare to me. You realised after almost two years that you didn't know me at all, nor did I know you. And to truly respect each other we needed to know the truth about each other, even if it's not so easy to take. So I told you the truth, which was I'd never cheated on you. And I also told you that I'll be here always for you as your giving tree. I confessed the thoughest thing for me was to decide to be with someone for good. The idea that this is the one I'm going to spend the rest of my life with. To decide that I will make the effort to work things out and not run off the minute there is a problem is very difficult for me. I told you I couldn't not be for just one person for the rest of my life. It was a lie, but I said it anyway. You asked me if I thought I was a squirrel, collecting people like nuts to put away for cold winters. I thought it was quite funny. Then you said something that hurt my feelings and I hurt yours. The tone changed drastically. Then I misunderstood you. I thought you meant you didn't love me any more and wanted break up. You wanna break up with me? It always fascinates me how people go from loving you madly, to nothing at all. Nothing. It hurts so much. When I feel someone will leave me I have a tendency to break up first before I get to hear the whole thing. Here it is. One more, one less, another wasted love story. I really loved this one. When I think that it's over, that I'll never see you again like this, well, I'll bump into you, we'll meet our new significant ones, act if had never been together. Then we'll slowly think of each other less and less, until we forget each other completely. Almost. Always the same for me - break up, break down. Drink up, fool around, meet someone else, then another, fuck around to forget the one and only. Then after a few months of emptiness, start again to look for true love. Desperately look everywhere and, after another two years of loneliness, meet a new love and swear it is the one, until that one is gone as well. There's a moment in life where you cannot recover any more from another break up. I feel like this now. Even if you bug me 60% of the time, I still cannot live without you. And ever if you meet me up every day just for complaining about your life, well, I love your bad humour and grumbling more than anyone else's kisses."

Para ler ouvindo Somebody do Depeche Mode clique aqui. Lembrem queridos leitores amigos, são 7 dias corridos ou 100 downloads. Nada mais, nada menos. 

1.11.2009

Why so serious?

Acabei de assistir o novo filme do Batman. Ainda estou sem fôlego. O filme é maravilhoso, abre parênteses, ainda bem que essa nova leva de filmes sobre quadrinhos está cada vez melhor, fecha parênteses. Todas as cenas são ótimas, os detalhes minunciosos, uma enxurrada de boa interpretação, perseguições fantásticas, efeitos especiais de arrepiar e muitos bat-utensílios. Santa adrenalina, ela ainda corre em minhas veias e escrevo tudo isso com as mãos ainda tremendo. Pasmem, todo essa euforia foi conseguida assistindo o filme em 15" na tela do meu velho companheiro iBook G4 fora de linha e com earphone no "uRtimo". Imaginem queridos leitores amigos, tudo isso em uma grande tela e acompanhado de um som ducaraio de qualidade. O problema agora é conseguir dormir com este sorriso na cara.

12.03.2008

Why are you doing this

Me borrei todo durante uma hora e quatorze minutos. Tenho que acabar com esse masoquismo e desesperança nos outros que chega a doer o estômago. Parabéns Bryan Bertino.

11.09.2008

I Can't Fight This Feeling Anymore

Horton Hears a Who! foi minha companhia neste domingo quente em Campinas. Para ouvir a versão original de I can't fight this feeling anymore by REO Speedwagon clique aqui e bem-vindo aos anos 80.

11.08.2008

I want to believe

[spoiler warning] A verdade está lá fora. Estamos cercados dela, mas querer vê-la é outra história para outro post dia. Hoje, após enviar um texto para avaliação da minha orientadora, resolvi assistir o novo filme do Arquivo X. Quem já passou por aqui bem sabe que sofro de um grande receio quando o filme trata-se de uma seqüência. Minha última desilusão foi A Mumia 3: Tumba do Imperador Dragão. Deus conserve a Michelle Yeoh que faz o papel da feiticeira Zi Yuan. Sou fã de carteira dela, mas o filme sem ela é tosco, perdeu a graça faz tempo. Já com o Arquivo X: Eu Quero Acreditar, foi uma feliz surpresa. O filme vem para matar saudades e preencher o vazio deixado com a saída do seriado do ar. O espaço ainda está aberto, até foi lançado Fringe pela FOX, mas pelo pouco que eu vi (Shhh! Assisti 6 episódios) do novo seriado não foi engenhoso o suficiente para me prender. Uma pena. Voltando ao que interessa, Eu Quero Acreditar é um episódio prolongado, não tem a ambição do primeiro em amarrar o quebra-cabeça levantado durante as várias temporadas. Pelo contrário caros leitores amigos, o filme desta vez mostra um enredo completo - começo, meio e fim - sem spin-offs ou pretensão de desmascarar uma grande conspiração. Despretensiosa e elegante, a trama segura o rojão até o fim. Eu sinceramente gostei. A catchphrase desta vez é Don't give up. No mundo real é tão difícil e piora quando são os outros que desistem por você. Moral da história, eu quero acreditar que existe out there algo para mim e eu não vou desistir de lutar para encontrar. The truth is out there; I want to believe. Para ler ouvindo o novo tema do filme que está bárbaro clique aqui.

aqui tem mais do mesmo

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