7.13.2012

Byroniano


That man of loneliness and mystery, 
Scarce seen to smile, and seldom heard to sigh —

and 

He knew himself a villain — but he deem'd 
The rest no better than the thing he seem'd; 
And scorn'd the best as hypocrites who hid 
Those deeds the bolder spirit plainly did. 
He knew himself detested, but he knew 
The hearts that loath'd him, crouch'd and dreaded too. 
Lone, wild, and strange, he stood alike exempt 
From all affection and from all contempt

Fragmento extraído do poema The Corsair escrito por Lord Byron em 1814.

7.12.2012

Quero o amor que mata



O silêncio inicial de Petite Mort é perturbador. O mesmo frio na barriga que antecede o sexo. Testosterona enche o ar, seis homens e seus pontiagudos floretes cortam furiosamente o vazio e enchem-no de som. Mozart surge com seu Piano Concerto. Tensão, tesão. Seis bailarinas começam a corte. Magia, pas de deux, violência, sexualidade, perigo, ternura, todas as cores e nuances dos sentimentos ecoam no tablado. Roxo. Morre aos poucos quem vive. Porém, morrem rápido e voltam à vida aos poucos aqueles que gozam.

   

Petite Mort é uma peça coreografada pelo grande mestre Jiří Kylián em 1991 para a celebração em Salzburg do centenário da morte de Mozart.

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